E O SEU JOGO?

Meias palavras, o que fica por "meio que" entender, pequenos momentos, fracos sentimentos... Essa coisa de ser pouco eu não sei, não entendo e nem quero entender.

 Às vezes me exponho demais por ser muito e me machuco por esse mesmo motivo. Mas ainda assim, não me vejo sendo outra coisa que não muito.


Eu gosto de ser muito sentimento, muita verdade, ser jogo limpo, jogo claro e bem entendido. Eu gosto de ter as cartas na mesa. Não gosto de jogar tendo que ter uma carta na manga, pra falar a verdade, não faz meu estilo.

Porém, a vida vai fazendo a gente aprender a jogar com essas coisas, com essas situações e, então, você vai aprendendo - não a blefar - , mas a seguir, a aceitar que perdeu. Ou nem saber que perdeu, já que não sabe-se a quantas anda o jogo do outro.


A real é que esse texto foi inspirado pelo sentimento de "falta de". É sempre a falta de algo, o "achar que", achar que "se eu falar demais" a impressão que ele terá de mim vai ser tal, "se eu falar de menos" vai achar que estou interessada e estou fazendo jogo. Se eu falar tal coisa, se eu disser tal coisa, se eu não postar isso... Esse "e se", essa "falta de", essa de "não se expor pra não se ferir", isso é DE FODER!


Eu não sei brincar, eu não aprendi a jogar esse jogo. Até tentei mas não deu certo, não deu certo pelo simples fato de não ser eu. De, ainda que tentando jogar e entender as regras, eu era só mais um peão sendo movido sem entender partida alguma.


Isso tudo não quer dizer que eu esteja entendendo a partida que rola no cronometro, que eu domine o jogo ou algo assim... É que hoje eu entendo o meu papel e, não me presto a qualquer outra posição em que a regra básica não seja jogar limpo. 

E o seu jogo, você sabe qual é? 

Nathalia Teich
10/05/2017


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